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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Muro subindo e a compra da casa


Oi pessoal!

Bem, desculpem a ausência, voltei ao trabalho na 2ª feira depois de tirar férias, e o tempo deu uma encurtadinha rsrs. Bem, na terça não teve expediente na casa por causa da chuva. Hoje fui de manhã dar uma olhada, e o muro já subiu praticamente todo.



Caraca, maior muralha, eu nem achava que fosse ficar tão alto. Mas é que eu pedi para igualar com a altura da laje da garagem (isso...uma mente brilhante fez uma laje pré-fabricada sobre a garagem, indo até em cima do portão da garagem), pois a laje ficava mais alta que o muro, vejam:


Daí o muro ficou com essa altura toda. Mas gostei, pois as pessoas que passavam de ônibus sempre davam uma olhadinha pra dentro hehehe.

Bom, fiquei de contar como surgiu a ideia de trocar o apê por uma casa...

O Bruno (meu marido) sempre morou em casa a vida toda. Com piscina, jardim, cachorros, privacidade etc. Depois que nos casamos e mudamos, eu me adaptei bem depois de um tempinho (também morei em casa até meus 24 anos, e depois em um apartamento enorme), mas ele se sentia muuuito preso.

E morador ou ex-morador de casa também é um pouco anti-social (falo por mim e por ele). Por exemplo, vc está prestes a sair do seu apartamento, e escuta barulho de porta ou elevador abrindo no seu corredor. Daí o que faz, sai na mesma hora e dá um animado "Bom dia, vizinho!!!!!", ou espera a pessoa entrar/sair, pra depois vc sair sozinho e não ter que cruzar com o morador? kkkk...quem nunca? Ou está na garagem, escuta barulho de carro chegando e sai correndo pra entrar logo no elevador...ou então fica no carro escondido esperando o vizinho chispar dali... uahuaha.

Bom, em janeiro de 2012 a Kirra, cachorra do meu marido, morreu (ela ficava na casa da minha sogra, onde o Bruno morava antes de casar) e ele ficou super abalado. Um tempo depois (2 dias!!!) ele comprou a Maya, uma filhote de pitbull MUITO linda. Como ela era pequenininha, 1 mês, ficou com a gente no apartamento. Todo dia de manhã ele deixava ela na casa da minha sogra antes de ir trabalhar, e buscava de noite quando voltava, Tipo creche mesmo. E nos finais de semana ela ficava conosco direto, muito comportada.

O síndico e o zelador só foram descobrir que tínhamos uma cachorrinha quando ela já tinha uns 5 meses e me viram saindo pra passear com ela (eu tinha acabado de entrar de férias) . Aí, gente, acabou  nossa paz. O síndico, que antes era até simpático comigo, não veio conversar pessoalmente não. Ficou advertindo por telegrama dizendo que não podia ter cachorro de porte médio no apartamento, nem considerado bravo (bravo aonde...simplesmente odeio esse preconceito contra a raça, está mais do que provado que o temperamento do cachorro, a raça que for, vai de acordo com a criação do dono). Me ameaçou com multas etc etc... e o fofoqueiro do zelador ficava passando a rotina pra ele. Enfim, tivemos que levar a Maya definitivamente pra casa da minha sogra.

Imaginem a tristeza da bichinha...e a nossa! Foi aí que o Bruno gritou CHEGAAAAAAAAAAAAAAA não aguento mais, vamos comprar uma casa!!! Isso tem mais ou menos 1 ano. Até ele me convencer levou mais umas semanas, e aí colocamos o apartamento à venda.

Muita gente me chamou de doida por querer trocar um apartamento novinho, todo prontinho, por uma casa que dá mais trabalho, que certamente teria que fazer obras etc. Mas acabei me apaixonando pela ideia de ter mais espaço, liberdade e minha filha perto de mim.

Nesse meio tempo o Bruno comprou o Thor, outro pitbull, para fazer companhia a ela.

Thor e Maya

Enfim, de agosto a dezembro tivemos muitas visitas ao apê, mas as propostas eram abaixo do que estávamos pedindo. Não estávamos dispostos a baixar o preço pois por aqui (e acho que em quase todo lugar) casa é beeem mais caro que apartamento. E nesse meio tempo, as casas que a gente gostava iam sendo vendidas, não acontecia a feliz coincidência de gostarmos de alguma e vender o apê ao mesmo tempo.

Até que em janeiro apareceu um casal que adorou o apartamento e estava disposto a pagar em dinheiro exatamente o valor que a gente estava pedindo. Vocês imaginem o desespero da imobiliária quando eu falei que não ia vender pois a gente não tinha nenhuma casa em vista! Eu que não ia ficar com o dinheiro na mão e os preços subindo...e se não achássemos nada? Nossa, o povo lá quase morreu, e saiu todo mundo desesperado catando uma casa pra gente. Eles me deram um prazo de QUATRO dias para darmos uma resposta, pois os compradores tinham pressa e também estavam de olho em outro apartamento.

Resumindo, na véspera do prazo fatal, de manhã, me ligou um corretor de uma outra imobiliária dizendo que no dia anterior havia entrado uma casa exatamente como a gente queria...perguntando se a gente podia ir lá ver. Ele nem desligou e eu já estava catando a bolsa. Fomos lá e foi só pisar no jardim pra ter certeza que havíamos achado a casa. Senti que nem precisava ver o resto rsrsrs...

Nesse mesmo dia, fizemos a proposta. O dono da imobiliária da casa disse que não sabia se a dona ia aceitar, pois fomos a 1ª visita, blablabla... Só que ela aceitou, e pronto, ufaaaaaaaaaaaaa! Liguei pra outra imobiliária do apê e só faltaram soltar fogos de artifício. Gente, é muito estressante esse tipo de operação. Haaaaaaaaaaaja coração. O problema todo é que no meu bairro as casas são vendidas muito rápido, os preços sobem, então tem que dar muita sorte de vender e ao mesmo tempo ter disponível o imóvel que você quer.

A coincidência foi o fato de com o apê ter sido exatamente a mesma história: a proprietária havia colocado à venda no dia anterior e fui a primeira visita. E tb só visitei uma vez antes de propor a compra. Mas naquela vez o Bruno não estava junto (comprei sem nem mostrar antes pra ele, aloka).

Bom, só tive essa segurança toda pois na ocasião da compra do apê, passei pela situação de gostar MUITO de um outro apartamento mas ficar pensando, pensando... quando resolvi agir, já era, já havia sido vendido. É uma sensação péssima, daí aprendi que se vc encontra um imóvel que tem as características que você quer, num local que você gosta e ainda balança seu coração, não tem que ficar pensando senão vem alguém na frente e acaba com o seu sonho.

Nossa, escrevi demais hein!! Vou nessa!

Beijosss


sábado, 3 de abril de 2010

O sonho da casa própria

Realizei o sonho da casa própria! E não foi comprando o carnê do baú.

Gente, não foi fácil achar esse apartamento. Aliás, procurar apartamento é chatíssimo! Vc diz que quer no bairro A e os corretores falam, "ah mas tem um tão legal no B...", "se vc der uma olhada nesse imóvel no D tenho certeza que vai gostar!", "tenho um no F, mas quem visitar compra!".

Você diz que só quer com elevador, e eles falam, "Puxa, mas esse aqui é 1º andar! Só um lance de escada!"

Você diz que não quer prédio velho, e eles insistem, "Mas é muito bem conservado!!"

Depois que vc visita uns 3 apartamentos-lixo, vc começa a ficar mais esperta antes de sair com o corretor. Já pega umas informações antes que te poupam o tempo. Mas é claro, sempre estamos sujeitos a cair em furadas. Tem gente que eu conheço que olha a cara do prédio e nem desce do carro, diz que não quer ver. Ah, eu fico sem graça pelo corretor! Eu até vejo, mas depois falo, olha, é desse tipo aqui que eu não quero de jeito nenhum. Próximo!

Mas até que tem uma coisa legal nessa história... vc se sente vip, superimportante!! Meu celular tocava o dia in-tei-ro hahaha!

O meu apartamento, consegui com a força do pensamento. É sério!!! Eu lembro quando o prédio foi construído, há uns 3 anos. Achava ele uma graça, mas eu ainda nem sonhava em comprar nada nessa época. Quando comecei a procurar pra valer, fui lá conversar com o zelador, na carona de pau, perguntando se tinha algum pra vender. Não tinha!

Um belo dia apareceu uma placa de "aluga-se" na frente do prédio. Eu, a mais otimista, pensei, quem sabe a pessoa que tá alugando não quer vender? Uns dois dias depois passei em frente e a placa já havia sumido!! Ligeui pra imobiliária e o corretor disse que o apto já havia sido alugado. Aaaahhhh....

Daí ele perguntou se eu tava procurando apto pra alugar...e eu disse que queria comprar! Então ele falou que tinha um que eu poderia gostar. Comecei o questionário e ele não quis responder nada, só falou que o prédio era novo e perguntou se eu poderia ver dali a 15 min. Eu podia, então fui.

Quando chegamos ao local, tchan tchan tchan tchan...era naquele prédio mesmo! A proprietária tinha resolvido colocar à venda no dia anterior. Fui a primeira a visitar o apto. e depois de tantas furadas que eu vi, nem pensei duas vezes. Fechei negócio.

Que emoção! Depois fui de novo visitar o apartamento, dessa vez já vazio, e aí... vazio a coisa é beeem diferente! Mas isso eu conto depois. Até mais!
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